terça-feira, 4 de maio de 2010

Orbita do Sistema Solar III


Planetas jovianos (órbitas de Júpiter e Saturno em verde) e o Sistema Solar interno (órbitas azuis). Entre Júpiter e Marte vemos o cinturaão de asteroides, onde o planeta anão Ceres também orbita. O tamanho dos planetas está fora de escala.

Orbita do Sistema Solar IV


Órbita dos planetas telúricos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e planeta anão (Ceres). Próximo à órbita de Ceres encontram-se centenas de milhares de asteroides conhecidos. Para referência, a distância média entre a Terra e o Sol é de 150 milhões de km ou 1 UA (Unidade Astronômica).

O anel do Sistema Solar


O cinturão de asteróides é como se fosse uma estrada elíptica formada por biliões de asteróides em volta de um corpo celeste com densidade suficiente para segurá-los nessa órbita.
Os asteróides são corpos celestes rochosos e metálicos que orbitam o sol e podem ser encontrados em várias regiões do sistema solar, mas a maioria se encontra entre a órbita de Marte e de Júpiter na região conhecida como Cinturão de Asteróides.

Os asteróides são diferentes dos planetas porque são menores, são considerados planetas apenas os corpos celestes que tem orbiota livre ou seja não apresentam ourtros corpos celestres na mesma órbita. O cinturão de asteróides se formou com a colisão de diversos corpos maiores que ao colidir partiram em vários pedaços.

Alguns asteróides podem escapar do cinturão quando atraídos pela gravidade de algum planeta, ou mesmo pela gravidade do sol, se sua órbita sofrer algum tipo de perturbação. Neste caso, ele pode chegar a colidir com este planeta, ou com o sol, ou então ficar em órbita deste, como um satélite.
http://www.infoescola.com/sistema-solar/cinturao-de-asteroides/

O Sistema Solar


O Sistema Solar e formado por astros diferenciados enter si apresentam individualidades e estão situados em órbitas bastante distanciadas umas das outras, os diâmetros de seus astros bem como as distâncias entre eles são apresentados fora de escala, passando uma imagem muito aquém do que seja nosso Sistema Planetário.

Com os dados das tabelas a seguir, é possível a representação do Sistema Solar em escala, mostrando as distâncias médias entre os planetas e o Sol bem como os diâmetros equatoriais de cada planeta e do Sol. Para representar as distâncias, pode-se utilizar um barbante com o comprimento de 1.015cm (10,15m) que é a distância que ficará Éris, do Sol conforme a escala os astros que representam o Sitema Solar


DISTÂNCIAS MÉDIAS DOS PLANETAS AO SOL
Planetas
Distância média ao Sol (km)
Distância ao Sol Escala: 1cm = 10 milhões de km
* Mercúrio
57.910.000
5,8
* Vênus
108.200.000
10,8
* Terra
149.600.000
15
* Marte
227.940.000
23
** Ceres
414.000.000
41
* Júpiter
778.330.000
78
* Saturno
1.429.400.000
143
* Urano
2.870.990.000
287
* Netuno
4.504.300.000
450
** Plutão
5.922.000.000
592
** Éris
10.149.000.000
1.015

* Planeta clássico
** Planeta anão
Obs.: a estrela mais próxima da Terra, além do Sistema Solar, chama-se Alfa Centauro e está a 43 trilhões de quilômetros (4,3 anos-luz). Na escala acima ficaria a 43 quilômetros do Sol.

DIÂMETROS EQUATORIAIS DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DO SISTEMA SOLAR
Astro
Diâmetro equatorial (km)
Diâmetro do astro sendo Júpiter igual a 30cm
Sol
1.390.000
291cm
Mercúrio
4.879,4
1cm
Vênus
12.103,6
2,5cm
Terra
12.756,2
2,7cm
Marte
6.794,4
1,4cm
Ceres
914
0,2cm
Júpiter
142.984
30cm
Saturno
120.536
25cm
Urano
51.118
10,7cm
Netuno
49.538
10,3cm
Plutão
2.320
0,5cm
Éris
3.094
0,6cm
Lua
3.476
0,7cm


Leis de Kepler

O sistema geocêntrico prevaleceu por muitos anos, somente séculos mais tarde é que foram feitas contestações e levantadas novas hipóteses sobre o movimento dos corpos celestes e todo o universo. Nicolau Copérnico, em seus estudos, propôs o Sol como centro do Universo, segundo o qual os planetas, então conhecidos na época, descreveriam órbitas circulares ao redor do Sol. Esse sistema permaneceu durante um bom tempo, até que anos mais tarde Johannes Kepler, discípulo de Tycho Brahe, determinou as leis do Universo assim como as conhecemos hoje. Kepler herdou de seu mestre todas as suas anotações e com seus estudos determinou três leis: Lei das Órbitas: os planetas descrevem órbitas elípticas ao redor do Sol, que ocupa um dos focos da elipse descrita.

Lei das Órbitas: os planetas descrevem órbitas elípticas ao redor do Sol, que ocupa um dos focos da elipse descrita.
Lei das Áreas: o segmento imaginário que une o centro do Sol e o centro do planeta varre áreas proporcionais aos intervalos de tempo dos percursos.
O ponto p é chamado periélio e o ponto a afélio. Em p a distância Terra-Sol é mínima e a velocidade é máxima e em a a distância Terra-Sol é máxima e a velocidade é mínima.
Lei dos Períodos: o quadrado do período de revolução de cada planeta é proporcional ao cubo do raio médio da respectiva órbita. T2= Kr3 Sendo T o tempo gasto para um planeta dar uma volta completa ao redor do Sol, e r a medida do semi-eixo maior de sua órbita (denominado raio médio), K é uma constante de proporcionalidade que só depende da massa do Sol. As leis de Kepler dão uma visão cinemática do Universo, mas não basta só entender os movimentos dos planetas, é também necessário entender como eles conseguem permanecer sempre na mesma trajetória, descrevendo as mesmas órbitas elípticas e não caem, como é o caso da Lua sobre a Terra. A lei da Gravitação Universal explica como isso é possível.



http://www.brasilescola.com/fisica/gravitacao-universal.htm

A grande formação do principal astro da via lactea

Astros e suas curiosidades


Os astros são todos os corpos existentes no espaço,o sol é uma estrela e pelo que se pode comprovar é a estrela mais próxima é nossa fonte de luz e de vida, basicamente é uma enorme esfera de gás incandescente é no seu núcleo que acontece a geração de energia através de reações termo-nucleares.Temos também as constelações, são os grupos de estrelas, os planetas corpos celestres orbitando nas galáxias e os meteoritos fragmentos de corpos sólidos naturais.
Os astros são componentes do espaço que nos trás muitas curiosidades e nos faz buscar cada vez o conhecimento através de grandes pesquisas.Das varias opções para pesquisa os meteoritos que vindos do espaço podem penetrar na atmosfera terrestre, se incandescem pelo atrito com o ar, a chegada de um meteorito é anunciada pela passagem de um grande meteoro (bólido), chiado e estrondos cacofônicos. A maioria dos meteoritos recebe o nome da cidade ou localidade mais próxima de onde foi recuperado facilitando, assim, sua localização, quando a queda do meteorito é assistida ou se sabe a data em que ele caiu, ele é tido como queda, se for encontrado no campo sem estar relacionado a qualquer evento é considerado um achado.Os termos meteoros, meteoróides e meteoritos são sempre muito confundidos. Resumindo temos: um meteoróide é um corpo sólido que seja muito pequeno para ser chamado asteróide ou cometa, que gira ao redor do Sol, ainda no espaço interplanetário.
O termo meteoro é usado para descrever a faixa de luz produzida conforme matéria do sistema solar entra na atmosfera de Terra se incandescendo pelo atrito com as partículas de ar. Um meteorito é um meteoróide que sobrevive a passagem atmosférica em forma de meteoro e alcança a superfície da Terra. Os meteoritos podem ser classificados em: pétreos, formados basicamente de material rochoso, metálicos também chamados de sideritos formados, basicamente da liga metálica ferro-níquel e dos siderolitos, que são meteoritos compostos das duas fases metálica e pétrea. Podemos distinguir os meteoritos também além da composição por sua natureza primitiva ou diferenciada como veremos posteriormente.A atmosfera terrestre é bombardeada, continuamente, por milhares de meteoritos, estima-se que a Terra seja acrescida diariamente de cerca de 1000 toneladas de material cósmico, dos mais variados tamanhos desde poeira cósmica até meteoritos maiores com alguns kg. Os impactos de grandes meteoritos formadores de crateras são, no entanto, muito raros.
A composição de um grupo especial de meteoritos, os carbonáceos, contém compostos carbônicos complexos que podem ter sido a “semente” da vida na Terra. Algumas extinções em massa, como a dos dinossauros há 65 milhões de anos, estão ligadas a quedas de grandes meteoritos, assim como também a origem e evolução da vida está ligada ao estudo dos meteoritos.
A meteorítica, ciência que estuda os meteoritos, crateras e meteoros, tem adquirido uma nova importância à luz da era espacial. Os meteoritos são formados de material primitivo, sendo como verdadeiros “fósseis” do Sistema Solar, viajantes do espaço e do tempo, revelando as condições sob as quais o Sol e os planetas se formaram.


http://www.meteoritos.kit.net/quesaometeoritos.htm